Parceria amplia acesso, mas eleva exigências técnicas

FONTE: PANORAMA FARMACÊUTICO / por Gabriel Noronha

O recém-aprovado acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia pode transformar o mercado de importação e exportação de medicamentos nos dois blocos. As informações são do portal PFarma.

O texto permite a realização de negociações com menos barreiras tarifárias e mais facilidades comerciais, colocando o Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai em uma posição favorável perante o maior mercado mundial de medicamentos.

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A União Europeia movimentou, apenas em 2024, mais de 313,4 bilhões de euros (R$ 1,87 trilhões) em exportações, com destaque para as categorias de genéricos e biossimilares, que representam entre 60% e 70% desse montante.

Acordo entre Mercosul e União Europeia exige adaptação

Para aproveitar o acordo e se beneficiar do provável crescimento no fluxo de vendas entre os continentes, as farmacêuticas precisarão investir e se adaptar.

O acordo prevê o alinhamento das normas de produção às exigências regulatórias da European Medicines Agency (EMA), equivalente à Anvisa no velho continente.

Essa adequação requer investimentos em infraestrutura, certificações e conhecimento regulatório, mas abre diversas portas, como destaca a QIMA Life Sciences, empresa especializada em estudos de estabilidade e controle de qualidade: “O desafio é grande, mas as oportunidades são ainda maiores”.Leia também:

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